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O Real Perigo da Bomba Atômica no Século 21

A probabilidade de que alguma cidade do Ocidente seja varrida por uma bomba nuclear é bem mais alta do que muitos analistas avaliam. Não virá do Irã, seriam os terroristas.

Acredita-se que, hoje, essa possibilidade seja bem reduzida. Não basta ter a bomba, é preciso poder despachá-la. Mas a tecnologia necessária fica cada vez mais barata e acessível. Ao mesmo tempo, o ódio dos radicais contra algumas nações ocidentais, só aumenta.

Não ajuda o fato de que os Estados Unidos e seus aliados tentem impor suas vontades no Oriente Médio à força. Não há evidências de que o esforço militar Ocidental, no Oriente Médio, tenha dado, em geral, resultados positivos. Na verdade, alguns esforços foram tiros pela culatra. Os EUA financiaram Saddan Hussein na guerra contra o Irã, nos anos '80. Criaram um mostro e depois tiveram que abatê-lo. Recentemente, os EUA financiaram guerrilheiros contra o governo da Síria e criaram outro monstro: o ISIS.

Em 2015, os EUA tentaram um acordo com o Irã, mas vieram armados com sua arrogância. Quando as negociações emperraram, os EUA ameaçaram bombardear as instalações nucleares iranianas, chegaram a mencionar a palavra guerra. Obviamente tais declarações não ajudaram.

Fator, não menos importante, é que a poderosa indústria bélica dos EUA não está interessada na paz. Ela financia fartamente políticos e candidatos ao governo. Seus empresários são terroristas, eles próprios, sem ideais, exceto pelo lucro financeiro.

O discurso dos EUA, que fica subentendido, é mais ou menos o seguinte: nós somos os mocinhos, a polícia do mundo, por isso podemos ter bombas atômicas, não confiamos em vocês, por isso não podem tê-las. Moralmente, não se pode defender que algumas nações soberanas tenham a bomba e outras não. Melhor seria se nenhuma tivesse. Bombas atômicas são imorais sob qualquer aspecto.

Por Jonildo Bacelar